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Empreender com alimentação: Dicas para novos empresários do food service

De pequenas operações de delivery a grandes franquias, especialistas e empreendedores com experiência no setor trazem recomendações


A combinação entre o aumento do consumo fora de casa e a abrupta mudança no comportamento de consumo da população, cada vez mais atenta à valorização de experiências em seus processos de compra, tem sido responsável por impulsionar o food service no país.

Atualmente terceiro maior setor do franchising nacional, o segmento atrai investidores principalmente pela força dos negócios e a diversidade de opções para empreender. Somente no último ano, o segmento cresceu 15,6% no faturamento, para R$ 46,8 bilhões, e ultrapassou 900 marcas ativas, segundo dados da ABF (Associação Brasileira de Franchising).

O cenário faz do setor um prato cheio para novos empreendedores, transformando o food service numa das áreas mais promissoras para quem deseja abrir o próprio negócio, graças à união entre inovação, potencial de mercado e modelos flexíveis.

Contudo, mesmo diante de todo o otimismo e indicadores que revelam o potencial do segmento, o food service ainda representa um grande desafio a novos entrantes, especialmente no que se refere à qualidade de produtos e a experiência oferecida ao cliente final. Afinal, empreender com alimentação requer um senso de atenção à qualidade, considerando a relação direta com saúde e bem-estar, muitas vezes, mais tímida em outros setores.

Segundo Simone Galante, fundadora e CEO da Galunion, consultoria especializada em food service, o bom desempenho no setor depende da priorização de uma experiência consistente, autêntica e relevante para o consumidor, além da atenção às normas técnicas e um controle financeiro inteligente.

“Planejar um negócio em foodservice vai além de pensar no cardápio, apesar de todo o diferencial que um bom menu pode trazer. É preciso estruturar uma equação de valor clara que engloba o que o cliente percebe que recebe, comparando com o que paga, sem esquecer de monitorar a concorrência”, afirma.

No universo das franquias, por exemplo, é essencial buscar por redes que ofereçam treinamentos ligados à produção e manipulação dos alimentos, ressalta Bruno Gorodicht, coordenador da Comissão de Food Service da ABF.

“É fundamental checar se a marca oferece treinamento em produção, operação, manipulação e qualidade”, ele destaca. “Fichas técnicas são fundamentais, treinamentos gravados são excelentes para uma reciclagem”.

Confira outras dicas dos especialistas para quem quer começar o próprio negócio com alimentação.